Como funciona o alarme de um carro

A Evolução da Proteção Veicular

Um dos primeiros passos relacionados à segurança, quando se trata da aquisição de um veículo, é a instalação do alarme. Quando se trata de um 0 km, já vem de fábrica, o que é uma garantia para o proprietário. Afinal, instalações posteriores podem custar a garantia da parte elétrica, além de sempre haver o risco de um processo mal feito, que pode dificultar a desativação pelo controle. Ah, e os originais de fábrica ainda podem gastar menos energia, demandando menos da bateria.

Dois tipos de alarmes são os mais comuns de serem encontrados. Os mais populares são os perimétricos, que só disparam quando as portas são abertas. Se alguém mexer no capô ou no porta-malas, nada vai acontecer. Se você já encontrou seu bagageiro aberto, sem o estepe, esse era o seu tipo de alarme.

O tipo volumétrico é mais abrangente por detectar qualquer tipo de movimento. Dois sensores emitem sinais que viajam no interior do carro, produzindo uma onda sonora padrão que é bem aceita pelo sistema, digamos assim. Ela é bem definida e já está configurada. Se for detectado algum tipo de violação, o padrão da onda é alterado e o alarme sonoro é disparado.

Ambos os tipos podem contar ainda com acelerômetros, sensores de movimento que podem disparar mesmo sem violação. Se o carro for rebocado ou guinchado, o movimento é captado e serve de estopim para acionar a sirene. Inclinação ou movimento são igualmente detectados. E a possibilidade de conjugar o alarme com outras funções devem ser analisadas, como travamento de portas, fechamento dos vidros elétricos e a opção de localização. Simplesmente acionar o alarme não garante o travamento das portas.

Se o alarme não vier de fábrica, ou o veículo for usado, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro é não infringir a garantia, caso ela exista. É importante levantar a relação custo/benefício entre os modelos existentes. Talvez não seja necessário comprar o mais avançado, cheio de recursos que você nunca vai usar. E o mais barato pode não te atender.

Conheça bem o modelo escolhido para dominar as funcionalidades é evitar problemas, como acionamentos acidentais. E lembre-se que, nesse mundo incerto no qual vivemos, o alarme sozinho não é garantia de segurança. No site da Cooperlink, é possível fazer a cotação dos planos oferecidos para o seu veículo. Basta informar os dados dele e, em um minutinho, você terá os valores, tudo baseado na avaliação da tabela FIPE. Clique aqui (http://www.cooperlink.com.br/) e aproveite as vantagens da proteção veicular Cooperlink!

 

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