Qual é a diferença de uma proteção veicular para um seguro de veículos?

A Evolução da Proteção Veicular

Dois serviços podem ter características semelhantes em um aspecto, mas serem muito diferentes no geral. É o caso da proteção veicular e do seguro de veículos. É importante conhecer bem os dois antes de optar por um deles. Os benefícios podem se parecer, mas todo o resto, desde a contratação, é o que vai fazer o cliente se decidir.

Para aderir a algum plano de uma seguradora, é preciso primeiro fazer a cotação, que leva em conta o perfil do veículo e do condutor. Vários elementos vão influenciar o valor final: a idade do condutor, as regiões onde ele roda, o uso do veículo etc. A empresa providencia uma inspeção no veículo, prepara a apólice e o cliente está segurado após o pagamento da primeira parcela. O prêmio pode ser dividido em determinadas parcelas ou pago à vista.

No caso de associações que oferecem proteção veicular, a cotação é feita com base nos dados do veículo apenas, como modelo e ano de fabricação. Os associados são tratados como iguais, sem diferenças entre perfis. Os planos oferecem o atendimento básico, como suporte 24 horas e indenização quando há perda total, e podem trazer adicionais, como táxi, carro reserva, hospedagem em hotel e até serviços domiciliares. E o prêmio é pago em forma de mensalidades por todo o período atendido.

Uma vez contratada, a seguradora envia a apólice, documento que prevê os direitos e deveres das partes, cuja aprovação pode levar alguns dias. É importante ler os detalhes para não ser pego de surpresa, como a não cobertura de um outro condutor além do identificado. A associação trabalha com um contrato padrão, que estabelece que todos os associados têm responsabilidade, dividindo custos de imprevistos. Contrato assinado, associado protegido, sem burocracia.

Esses valores que impactam sobre a mensalidade vão levar a variações no pagamento. Levando-se em consideração que os prêmios pagos a seguradoras costumam ser altos, a soma da mensalidade e a variação ainda costuma ser mais em conta. A cotação entre seguradoras, de um mesmo veículo, pode variar até 300%, já que há a incidência do lucro do grupo empresarial. As associações cobram o suficiente para atender seus associados, sem fins lucrativos.

Muito é alardeado por seguradoras quanto à suposta falta de segurança com as associações, que não são regulamentadas por um órgão específico. As seguradoras têm o Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, a Superintendência de Seguros Privados – Susep e o Ministério da Fazenda. Mesmo assim, há controvérsia em certos casos de pagamento de indenização, quando o consumidor alega desconhecer determinada regra prevista na apólice, que pode até ser abusiva.

As associações têm por interesse atender o associado. Para se tranquilizar no que diz respeito à segurança da instituição, basta conhecer um pouco mais sobre ela. A Cooperlink traz a credibilidade do grupo Credlink, que tem mais de 20 anos de mercado, sempre com soluções à frente de seu tempo.

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